Eu estou com uma sensação tão, mas tão estranha, que eu nem sei dizer exatamente o que é. Seria uma mistura de raiva, decepção, desespero, lamentação, tristeza, melancolia, repulsa, surpresa, perplexidade, incompreensão, entre outras coisas. Não sinto que estou com uma capacidade plena de julgamento para que determinadas situações me favoreçam, e estou muito, mas muito confuso. E para completar sinto um desamparo tão grande que só faz com que todos os sentimentos se multipliquem e aumentem de forma descontrolada.
Acho que uma palavra para definir tudo isso seria LIMITE, e pelo jeito já passei dele há muito tempo.
Pois bem: é hora de refletir. Separar o bom do ruim, separar amigos de colegas, separar amizade de trabalho, e traçar novos planos, começar tudo do zero. E claro, torcer sempre para que no final tudo dê certo.
Ontem, quinta-feira, enquanto desistia do computador, acabei me deparando com uma cena saudosa: subitamente eu estava no meio do quintal da minha casa, olhando para os prédios em silêncio.
Lembrei-me que eu costumava fazer isso quando tinha 17, 18 anos. No momento que batia uma angústia eu pegava o meu Walkman, subia a escada do escritório e ficava sentado lá no topo, quieto, olhando os prédios e pensando na vida. A coisa boa é que naquela época a minha Graceinha ainda estava aqui, e ela sempre aparecia. Ela parava no pé da escada, ficava me olhando por alguns segundos e subia também. E quando chegava forçava a barra (porque os rottweilers costumam ser maiores do que imaginam) para deitar no penúltimo degrau, embaixo das minhas pernas. Era bom. Ficávamos lá, mór papo, super chamego. Eu ficava tranquilo e ela curtia o cafuné.
Ontem quando me deparei com a cena, revivi esse momento na minha cabeça. Nem preciso dizer que deu muita saudade. Não só da minha Graceinha, mas daquele momento especial. E eu tenho certeza de que muita coisa seria diferente se tivesse isso hoje.
Pode parecer engraçado o que eu vou falar agora, mas é muito difícil me tirar do sério. O problema não é comigo, eu juro! O problema é que o contexto é sempre o que fode a situação. Se o contexto fosse sempre ok, eu seria ok. Mas... dado o contexto, eu fico mais ou menos impaciente com as coisas.
Então, resumindo e indo diretamente ao assunto: já deu. Esse ano já deu tudo o que tinha que dar, e não deixou espaço pra ninguém mais testar a minha paciência. A tolerância tá no ralo, o saco estourou, a acidez do estômago derrete as calota de ozônio e já era. Agora não dá mais, as coisas deverão ser bem práticas para eu aguentar até o fim do ano: não cutuca que a onça fica quieta. Simples assim.
Agora com licença que eu tenho Polaroids a desenhar... eu mereço...
TINHA ESQUECIDO DE POSTAR! Essa print tava aqui no desktop, tirada (e devidamente creditada) do blog do Adão. Eu sempre reclamei "dos caraio dos passarinho", e tá aqui a prova que eu não estou sozinho. Recentemente eu apontei uma coisa boa do horário de verão: esses trouxas não sabem diferenciar, e com isso eu ganho uma horinha de tempo-extra pra tentar dormir. Disse também que faria questão de matar, preparar e comer esses que cantam por aqui, hahahahaha! Às vezes o meu humor pula de sórdido para cáustico, com sabor atômico e requintes de crueldade...
mano... sério, sem sacanagem, sem ataque pessoal: eu me sentiria um imbecil pagando isso nessas condições.
le says: (12:49:44 PM)
não que eu esteja te achando imbecil, tbm pq conheço pá de gente que vai.
le says: (12:49:58 PM)
mas é um festival TOTALMENTE contraditório.
le says: (12:50:40 PM)
primeiro que vem defender o meio-ambiente colocando a negada no mato, destruindo tudo. lixo, barulho, defeco
le says: (12:52:01 PM)
segundo que te ROUBA pra vc ter o prazer de assistir as bandas. caso vc não queira ficar com os atores da globo, vc é menos roubado, mas vê de trás, pq quem paga mais, leva.
"Bernie Rhodes, know's don't argue." Why must you record my phone calls? Are you planning a bootleg L.P? Said you've been threatened by gangsters Now it's you that's threatening me.
Can't fight corruption with con tricks They use the law to commit crime? I dread, dread to think what the future will bring When we're living in gangster times.
"Don't call me Scarface!"
Don't interrupt while I'm talking Or they'll confiscate all your guitars .A catch - 22 says if I sing the truth They won't make me an overnight star.
Don't offer us legal protection They use the law to commit crime. I dread to think what the future will bring When we're living in real gangster times. "Bernie Rhodes knows, don't argue."
Não aguento mais gente boçal. Minha cota de malandragem de 2010 já se esgotou há algumas semanas. Chega de enrolação, conversinha mole, papinho furado, brincadeiras, masturbação mental e manobras. Quero meu tempo de volta pra passar com quem gosto e quero, e quero voltar a ser normal. Como apontado sabiamente por um colega, chega de educação de babuíno selvagem.
Pra embalar com grito de "SOLTA O SOM, DJ!!!" (Djalma Jorge mesmo, vou contratar... go seeing). Old school e fistaile, coisa fina só pra quem preencheu o requisito. Minha festa vai abrir com esse pique e vai até o currupaco fazer curva na onda do saci!!!