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BRING IT ON HOME
If you ever change your mind About leavin', leavin' me behind Oh, oh, bring it to me Bring your sweet lovin' Bring it on home to me, oh yeah
You know I laughed when you left But now I know I've only hurt myself Oh, oh, bring it to me Bring your sweet lovin' Bring it on home to me, yeah
I'll give you jewellery, money too And that's not all, all I'll do for you Oh, oh, bring it to me Bring your sweet lovin' Bring it on home to me, yeah
You know I'll always be your slave Till I'm dead and buried in my grave Oh, oh, bring it to me Bring your sweet lovin' Bring it on home to me, yeah
If you ever change your mind About leavin', leavin' me behind Oh, oh, bring it to me Bring your sweet lovin' Bring it on home to me, yeah
Escrito por leandro às 15h52
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COERÊNCIA.
Algo que me incomoda muito é a falta dela.
Escrito por leandro às 14h31
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FINALMENTE!
Finalmente uma noite realmente agradável com amigos! Finalmente relaxei um pouco! Quem diria que um jantar seria o programa ideal para mim, hein?!?
Nada como rever um velho amigo e colocar a conversa em dia para ver que todo mundo se fode, onde quer que esteja. Não é exclusividade minha. Mas no final, poucas coisas são realmente importantes na vida. Acho que era isso que eu precisava: pessoas diferentes com opiniões diferentes...
Escrito por leandro às 11h13
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THERE AIN'T NO SHIELD.
Eu adoraria dizer que estou ótimo, vou muito bem obrigado, e que as coisas andam cada vez melhores. Mas parece que esse dia nunca chega, e isso me desespera cada vez mais. Quando eu penso que a tormenta passou, ela volta pior. Ou ela passa mesmo, mas vem outra em seguida. As coisas andam assim há algum tempo. Meses. Vários deles, aliás. Você conserta uma ponta, quebra a outra.
E sinto-me culpado por essa situação. A culpa, maldita culpa, massacra. Porque não há pessoa com mais culpa nisso tudo que eu mesmo, certo? Culpa pelo que fiz, pelas escolhas erradas, por reações idiotas, pela certeza enganada, por atitudes infantis, por ser um imbecil, ou apenas por agir como tal, por confundir erros com virtudes e, principalmente, pelo que não fiz. A culpa pelo que deixei de fazer é a pior, porque ela esmaga devagar, todos os dias, a cada minuto, a cada pensamento. E ela nunca acaba, pois as possibilidades são simplesmente todas.
O bom é que eu penso que sei o que fazer. Nem sempre acredito tanto nisso, mas é no mínimo interessante tentar convencer um cético. É só manter a calma, dar um passo de cada vez - pisando em ovos, dessa vez - e ir com cuidado e aos poucos. Dessa vez eu prometo a mim mesmo que no primeiro pensamento "será roubada?" eu pulo fora.
Mas ok, pra quem teve culhões de chegar até aqui, prometo que no próximo falo sobre outra coisa. Afinal, tem tanta coisa interessante pra se falar, né?
Escrito por leandro às 20h20
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